sábado, 29 de setembro de 2012

Resgatando Romantismo a partir do Realismo

Correspondente Ecumênico
“Tenho, porém, contra ti, que deixaste o teu primeiro amor” (Apocalipse 2:4)
É notável!Quando estamos apaixonados as coisas fluem com naturalidade impar, pois, a paixão, transforma um sujeito inculto em um destro poeta, basta analisarmos as cartinhas de amor escritas pelos “Dons- Juan de plantão” e percebemos como este sentimento convertem tais indivíduos, de MOBRAL à verdadeiros “Castos Alves”. Até parece um combustível, a queimar em um carro conversível, fazendo-o acelerar de 0 a 300 km, em menos de  3 segundos, sem importar com as barreiras em sua frente  !! Simplesmente Fantástico!
Ao meditar sobre isto, penso na “grande obra”outorgada a Grei de Cristo- Missões. Ora, o salvador deixa uma tarefa a todos os seus seguidores, a saber:  de anunciar as boas novas. Isto, por sua vez, é fundamental na fé cristã, como está expresso pelas palavras do Apostolo Paulo: “... AI DE MIM SEU EU NÃO ANUNCIAR O EVANGELHO!" (1º Cor 9:16). Portanto,  ser cristão é ser um  evangelizador, quem porventura não evangeliza nunca foi cristão, isto é #fato!( Pedindo licença para usar o #hehe). Porém, infelizmente, nem todos os cristãos a fazem com amor. 
Esta situação é tipificada em uma “igreja apocalíptica” que perdeu completamente seu fervor missionário. A Igreja era localizada na cidade de Éfeso,  uma importante  metrópole portuária da Ásia Menor,uma cidade prospera economicamente, onde, igualmente, surge uma igreja prospera espiritualmente o próprio Deus, em Apc 2:2,  reconhece o trabalho, a paciência, e a sabedoria da mesma que, ao contrario das outras, não cria nas  heresias formuladas perspicazmente  pelos falsos apóstolos!Ora, era uma “Igreja trabalhadora  “.Todavia, o fator que a fez cair no conceito divino, foi justamente esse: “Deixar o primeiro amor”, ou seja: Eles faziam a obra de Deus apenas para “bater cartão”.
É triste! Pois, escancaradamente observamos isto nas igrejas da atualidade, são  pessoas que perderam o “fio da meada” e apesar de estarem na milícia cristã, estão militando sem amor e paixão pelas almas perdidas, são pessoas que se esfriaram na caminhada,  por falta de lenha na “fogueira santa” (Esta, que bem sabeis não tem nada a ver com o fogo destruidor da inquisição católico-protestante, encarnada nas “brigas denominacionais”). Este esfriamento, portanto, encarnado em uma rotina devastadora, faz com que a obra do senhor pareça pesada e, com isto, passamos a fazê-la como se fosse uma mera obrigação.
Este fato funesto deve ser prevenido com arrependimento diário do crente, pois assim como conquistamos nossas enamoradas todos os dias com galanteios e flores todos os dias, é preciso honrar a Deus com o desprendimento cotidiano de nossos “pecados de estimação”, nas palavras de Matinho Lutero: “Por consequência, o arrependimento perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (Isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.” (4ªTese de Martinho Lutero).
Caso, a situação seja “remediar” a solução continua sendo a mesma: “Lembra-te, pois, de onde caíste e ARREPENDE-TE, e pratica as primeiras obras; e pratica as primeiras obras; quando não brevemente virei e tirarei seu lugar do castiças, se não te ARREPENDERES.” Apc 2:5.
Agora, peço licença ao finado Machado de Assim, para sermos realistas (sem perder o romantistmo!)! Ora, a segunda parte do versículo, eu sei, assusta, mas a “retirada do castiçal” apenas representa apenas um fato confirmativo de uma tragédia que já ocorreu, ou já esta acontecendo. Veja, se estás “frio” é porque não estais perto da comunhão com Deus e a única forma de se aproximar de Deus consiste em um modo de vida chamado “ARREPENDIMENTO” (Sem que isto ocorre não resgataremos a comunhão com Deus). Só assim iremos resgatar o fervor missionário! ( E como é bom resgata-lo).
“Éfeso, chegue-se mais perto, porque o amor de Deus é a lenha que aquece os mortais!”
"The Church Has One Foundation - Hinário Episcopal"